segunda-feira, 30 de setembro de 2013
sábado, 28 de setembro de 2013
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
EUA podem entrar em falência a 17 de outubro
© Flickr.com/Thomas Hawk/сс-by-nc
Os Estados Unidos poderão ficar à beira da falência já em 17 de outubro, caso não aprovem urgentemente uma lei para elevar o teto da dívida nacional, afirmou o secretário do Tesouro dos EUA, Jacob Lew, em uma carta destinada aos líderes do Congresso dos EUA.
China apresenta projeto de Cuba Zona Especial de Desenvolvimento de Mariel
25 DE SETEMBRO DE 2013 8 COMENTÁRIOS
Terminal de Contêineres-de Mariel.
Empresários e representantes de instituições da China recebeu hoje informações sobre a Zona Especial de Desenvolvimento de Mariel (ZEDM), um ambicioso projeto em andamento em Cuba , que oferece benefícios para aqueles que desejam participar com seus investimentos.
Rodrigo Malmierca, ministro do Comércio Exterior e Investimento Estrangeiro, apresentou os detalhes da ZEDM, cobrindo cerca de 475 quilômetros quadrados de área do porto de Mariel, ao oeste de Havana .
Entre os sectores prioritários na área especial são a biotecnologia, farmacêutica, energia renovável, agronegócios, turismo e imobiliário, embalagem, agricultura, tecnologia da indústria em geral, telecomunicações e informação.
O ministro explicou a complexidade do projeto e afirmou que as empresas chinesas têm o potencial para se estabelecer no ZEDM, cujo centro é o porto de águas profundas de Mariel e em que já investiu US $ 900 milhões.
A reunião destacou o ambiente de negócios positivo em Cuba, um quadro jurídico seguro e transparente, uma boa infra-estrutura portuária, rodoviária, ferroviária e de comunicação e instituições que servem com investidores qualificados .
Ele também disse que as garantias para os investidores estrangeiros, a transferência livre exterior de dividendos e lucros, ZEDM localização estratégica no centro do comércio no Caribe e nas Américas, e um regime especial de tributação, com incentivos fiscal.
Representantes chineses estavam interessados em vários detalhes para a entrada de fábricas chinesas em ZEDM, a maioria relacionados com a indústria automóvel, farmacêutica, equipamentos de climatização e de biotecnologia.
Malmierca também enfatizou a importância que atribui Cuba investimento chinês devido a cooperação amigável mantido por muito tempo entre as duas nações desde há 53 anos .
Algumas mentiras divulgadas pela Petrobras
Algumas mentiras divulgadas pela Petrobras
Argemiro Pertence 24/09/2013
Recentemente, a página da Petrobras na Internet foi atualizada, passando a retratar, somente agora, a composição do capital da empresa após a capitalização efetuada em 2010 e o crescimento relativo da participação da União e seus agentes no total.
O capital social da Petrobras atualmente (31/08/2013) está dividido conforme planilha a seguir:
Acionista
|
Ações
|
%
|
União Federal
|
3.740.470.811
|
28,7
|
BNDESpar
|
1.353.049.158
|
10,4
|
BNDES
|
895.799.657
|
6,9
|
FPS
|
6.000.000
|
0,0
|
ADR (ações ON)
|
1.462.688.282
|
11,2
|
ADR (ações PN)
|
1.462.060.926
|
11,2
|
FMP – FGTS Petrobras
|
1.555.506.473
|
1,2
|
Estrangeiros – Resolução nº 2.689 CMN
|
1.641.420.690
|
12,1
|
Demais pessoas físicas e jurídicas
|
2.327.501.433
|
18,3
|
Total
|
100,0
|
Em resumo, mesmo após a operação de capitalização, a União e seus agentes detêm apenas 46% do capital de empresa, enquanto que agentes estrangeiros têm a posse de 34,5% do capital total, através dos ADR (American Depositary Receipts) e das ações autorizadas pela Resolução nº 2.689 do Conselho Monetário Nacional.
Outra mentira amplamente divulgada pela Petrobras está no lema da campanha da empresa a propósito da comemoração de seus 60 anos de criação. O lema “gente é o que inspira a gente” tem pouca ligação com a realidade da atuação da empresa.
Sabemos todos da íntima conexão entre a indústria automobilística e a indústria petrolífera. Uma produz veículos equipados com motores de rendimento pífio para que estes consumam em maior volume os combustíveis produzidos pela outra.
No Brasil, a Petrobras é o braço petrolífero desta parceria nociva. O outro braço é a indústria automobilística multinacional aqui instalada, em sintonia com o modelo de industrialização dependente pelo qual optaram os políticos brasileiros, à revelia da vontade popular e sem que esta fosse esclarecida a respeito.
Mas, poderiam dizer alguns: a indústria automobilística brasileira gera empregos e paga impostos. Não é bem assim. Grande parte da produção das fábricas de automóveis no Brasil e no mundo é robotizada e os empregos que ainda restam são em número decrescente e mal remunerados. Quanto ao recolhimento de impostos, as novas fábricas de automóveis estão sendo instaladas em estados ou municípios que lhes asseguram incentivos tributários e outros benefícios. As fábricas mais antigas estão sendo gradualmente desativadas, gerando problemas sociais em torno de suas instalações.
Mas, voltando à Petrobras e suas mentiras, ela produz derivados para abastecer os veículos produzidos por essa indústria automobilística com tão baixa visão social.
A Petrobras é o outro braço desse binômio iníquo e tira proveito da falta de planejamento e da baderna que impera em nossas metrópoles de norte a sul. Já é rotina conhecer seres humanos que gastam 4 ou 5 horas de seu tempo diário para se deslocar de casa ao trabalho e voltar para casa. A causa disto é a baixa mobilidade em nossas grandes cidades provocada pelo excesso de veículos em nossos espaços urbanos produzidos pela indústria automobilística multinacional e alimentados por combustíveis produzidos pela Petrobras.
Para encerrar, é preciso retornar ao lema da campanha de aniversário da Petrobras. Em sã consciência, é possível acreditar que uma empresa com esse tipo de atuação possa divulgar que ““gente é o que inspira a gente” ou trata-se do puro e habitual cinismo das campanhas publicitárias?
Veja a Página do PCB – www.pcb.org.br
Partido Comunista Brasileiro – Fundado em 25 de Março de 1922
terça-feira, 24 de setembro de 2013
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
Os Índios que foram expulsos da ocupação do Tarumã agora vão novamente ser expulsos do Iranduba.
Este vídeo retrata o que acontece por todo Brasil. Os indígenas que ocupam terras da União no Iranduba já estão cercados pela Policia Militar cumprindo determinação judicial.
domingo, 22 de setembro de 2013
sábado, 21 de setembro de 2013
(Nota Política do PCB)
Como já é de conhecimento da população, após denúncias feitas pelo ex-agente do governo dos EUA, Edward Snowden, a espionagem digital - através de telefones, e-mails e redes sociais - das agências norte-americanas no Brasil atinge agentes do governo – incluindo a presidente da República, Dilma Rousseff -, as empresas estratégicas, como a Petrobras, além da população de forma geral - e dentre ela - não duvidamos que sejam alvos os militantes à esquerda do espectro político.
Nesta semana, não para nossa surpresa, foi revelado em matéria da Folha de S. Paulo (não contestada, seja pela Polícia Federal, pela chancelaria brasileira ou pela diplomacia dos EUA), que agentes da CIA atuam livremente no Brasil, dentro de unidades da Polícia Federal em Brasília, tendo influência direta sobre o trabalho da Divisão Antiterrorismo (DAT) da PF brasileira.
A matéria cita ainda que, em 2004, durante o governo Lula, agentes da CIA participaram de ação policial “Operação Vampiro” e, em 2005, também durante o período Lula, estiveram diretamente envolvidos no rastreamento do lutador de jiu-jítsu Gouram Abdel Hakim, suspeito de pertencer a uma célula da rede terrorista Al Qaeda.
A suposição de existência de células da Al Qaeda – a mesma que é apoiada financeira e logisticamente pelo governo Obama na Síria, diga-se de passagem -, aliás, é usada como uma pretensa justificativa para a atuação de agências de espionagem e militares dos EUA na Tríplice Fronteira (região entre Brasil, Paraguai e Argentina riquíssima em reservas de água potável).
A matéria da Folha não deixa margem para dúvidas: não é surpresa para o governo - a não ser que ocorra sistemática quebra de comando na Polícia Federal -, que agentes da inteligência norte-americana se envolvam em assuntos internos brasileiros, chegando ao ponto de atuar em ações de nossa Polícia Federal.
Agora, com as revelações de Edward Snowden jogando luz num assunto que a maioria do governo gostaria de ver escondido, a despeito da verborragia cínica para consumo interno, Dilma Rousseff se viu obrigada a tomar alguma atitude – e joga para a platéia ao cancelar uma visita aos EUA, depois de combinar o gesto com o próprio Obama.
Para o PCB, pouco resultado prático existe nesse cancelamento de viagem para a recuperação da soberania brasileira. Necessitamos sim, em primeiro lugar, é do completo rompimento dos acordos militares com os EUA, que permitem a ocorrência diária de situações como as descritas pela imprensa.
E que, por conseguinte, envolvem sob cortina de fumaça todo o verdadeiro conjunto de motivos que levam o Brasil a assinar acordos de cooperação militar com estados terroristas como a Colômbia e Israel.
Desde 2010 o PCB vem denunciando a inconveniência e a irresponsabilidade de tais acordos. Em artigo de maio daquele ano, assinado pelo secretário-geral Ivan Pinheiro, já denunciávamos o tipo de situações a que poderíamos ser submetidos pela assinatura de tais acordos:
“Através desse acordo, os EUA concedem ao Brasil o total de 5,44 milhões de dólares para treinamento da Polícia Federal brasileira em projetos que vão desde “Técnicas de vigilância e agentes disfarçados”, “Coleta, processamento e disseminação de dados e inteligência”, “Combate ao crime urbano”e , o mais grave, “Treinamento em ações Transfronteiriças”, ou seja, as partes se declaram no direito de invadir países limítrofes ao Brasil. Além do Brasil abrir mão de sua soberania ainda ameaça a de nossos vizinhos.”
A abrangência de itens como “Coleta, processamento e disseminação de dados e inteligência” e “Combate ao crime urbano” pode estar por trás, por exemplo, da pressão de setores empresariais e de extrema-direita para a criação e manutenção de legislação restritiva que institui o crime de “terrorismo” no Brasil, sob a desculpa de garantir a “segurança” dos mega eventos esportivos.
Através desses acordos, todo e qualquer brasileiro que se levante contra os odiosos interesses imperiais dos EUA pode se tornar alvo. É o que denunciávamos em 2010, quando mesmo setores da esquerda (e todo o governo) se calaram diante de nossa denúncia.
Cancelar viagens, jantares e rapapés não soluciona a situação, presidente Dilma. A senhora deve romper o acordo militar com os EUA e suspender imediatamente o leilão do Campo de Libra que, se já era vergonhoso, agora é mais ainda, com a descoberta da espionagem à Petrobras.
Comitê Central do PCB
*Leia as denúncias que fizemos em 2010:
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
MAURO IASI, COMO INTERNACIONALISTA É UM ORGULHO PARA O PCB
Recuerdan en Brasil el golpe de Estado contra Salvador Allende
Entrevista com Mauro Iasi, em espanhol, apresentado como membro do Partido Comunista de Chile!
Como internacionalistas, é um orguloho para o PCB!
Cai por terra a versão oficial do 11 de Setembro
Publicado em 11 de Setembro de 2013 16:28
Investigadores dinamarqueses afirmam terem provas de que as torres gémeas foram derrubadas pelos serviços secretos israelitas com a colaboração do FBI
Já muito se falou do ataque alegadamente terrorista de 11 de Setembro às torres gémeas do World Trade Center, surgiram teorias, e especialistas levantaram muitas questões. Mas quando o investigador Cientista Larry Silverstein encontra explosivos em destroços do World Trade Center cai por terra a ideia de que o ataque foi terrorista.
Uma equipe de oito pesquisadores liderados pelo professor Niels Harrit da Universidade de Copenhaguem (Dinamarca), comprovaram a existência de explosivos altamente tecnológicos em amostra dos escombros das torres gémeas.
Essa pesquisa vem confirmar um trabalho semelhante previamente executado pelo professor Steven Jones nos Estados Unidos.
Com esta descoberta explica-se a queda livre dos prédios num processo de demolição implosiva controlada. Os aviões não poderiam derrubar as torres gémeas devido à temperatura do combustível não ser suficiente para derreter aço.
O impacto também não pode ter afectado a estrutura no nível afirmado pelo governo americano, uma vez que o prédio foi desenhado para suportar aviões daquele tamanho. O ferro derretido na base dos prédios ficou vivo por várias semanas.
E nos três meses seguintes, fotos infravermelhas de satélites mostraram bolsões de alto calor nas três torres.
Larry Silverstein comprou o leasing do WTC entre 2000 e 2001, dois meses antes do “ataque”, tendo contratado um seguro para os prédios no valor de dois bilhões de dólares contra ataque terrorista.
Na opinião dos investigadores da Universidade de Copenhague, o ataque às torres gémeas serviu para “criar ódio contra os árabes e fomentar as guerras americanas na saga pelo petróleo e a hegemonia Israelita no Médio Oriente”.
Ainda segundo os mesmos investigadores, “existem evidências de que agentes da Mossad (serviços secretos israelitas), foram capturados no mesmo dia na posse de explosivos. Todos foram libertados pelo FBI”.
Veja o vídeo.
Postagem e comentários de Luiz Navarro: Apresentada as provas para o mundo tem que haver punição para os canalhas que perpetraram os assassinatos.
Postagem e comentários de Luiz Navarro: Apresentada as provas para o mundo tem que haver punição para os canalhas que perpetraram os assassinatos.
terça-feira, 17 de setembro de 2013
CRIMINALIZAÇÃO DA POBREZA
>
Eliete Ferrer
Vera Malaguti Batista, quando se expressa, denuncia a criminalização da pobreza e desvenda as trajetórias das políticas penais no Brasil desde o descobrimento até nossos dias. Ela descreve a política criminal no Brasil e a desumanização trazida pelo neoliberalismo. Comenta a política de segurança pública no governo Brizola, cuja prioridade era a Educação.
Ela esclarece que, com o neoliberalismo, aprofundou-se a demonização da figura do “traficante”, o comerciante varejista de drogas. Ela enfatiza que a política criminal instituída pela ditadura, que torturou e matou Bacuri, no governo Médici, comandada pelos Estados Unidos e vigente até hoje, durante o neoliberalismo, recebeu expressiva carga bélica. Ela conta que o Darcy Ribeiro dizia que a cada ciclo econômico, na periferia, correspondia um moinho de gastar gente.
Na revolução mercantilista e, por exemplo, no ciclo extrativista brasileiro, foi um moinho de gastar índios; na mineração, no ciclo da cana-de-açúcar foi um moinho de gastar africanos; na nova agricultura, foi um moinho de gastar imigrantes europeus que vieram ao Brasil. O neoliberalismo, por sua vez, é um moinho de gastar juventude popular brasileira, porque ele trouxe uma política de segurança pública que potencializou a guerra contra as drogas, ao mesmo tempo em que estimula o uso de drogas institucionalizado pelas substâncias da indústria fármaco-química, essa, sim, verdadeiro crime organizado.
Ela destaca que o padrão criminal estadunidense que nos foi impingido a partir da década de 70, na saída do Brasil da ditadura para a “redemocratização”, transferiu seu enfoque do inimigo interno, antes, o criminoso político, para o criminoso comum. Agora, dirige-se para a população, para a juventude popular pobre, pela potência política que ela representa, pela quantidade de porvires utópicos que ela desperta para o Brasil.
Este modelo, este estado penal, produziu a criminalização geral das estratégias de sobrevivência, a desmoralização do estado previdenciário. Assim, vemos a perseguição aos camelôs, aos flanelinhas, por exemplo.
Vera Malaguti Batista comenta que a grande mídia lança, sobre os pobres e os territórios por eles ocupados, um olhar que os transforma em criminosos, maléficos, perigosos...
Ela relata que o Secretário de Segurança do Rio de Janeiro produziu a última operação no Alemão, com base em conversas que teve na Embaixada dos Estados Unidos, usando as mesmas estratégias de ocupação que foram feitas no Iraque.
Vera esclarece a maneira como o projeto das UPPs transforma a as periferias e as favelas em campos de concentração, em ocupação militarizada, onde a autoridade militar permite, ou não, o que os moradores podem ver, ouvir ou escutar. A resistência é sempre criminalizada nestas favelas transformadas em ocupações militares, em campos de concentração, com mortes em série...
Documentos vazados do Wikileakes revelaram que o Brasil compra dos Estados Unidos e de Israel sucatas tecnológicas das guerras do Iraque e, ainda, aquelas utilizadas contra os palestinos, como blindados e outros armamentos. No caso do Brasil, o inimigo é o próprio povo brasileiro.
A socióloga fala que no Rio e São Paulo, abundam as chacinas, assassinatos e desaparecimento de pobres, chamados, com eufemismo, de pacificação...
Para que aconteçam os negócios olímpicos transnacionais, ou a Copa do Mundo, há um verdadeiro massacre nas favelas cariocas, com adesão dos Verdes, como, por exemplo, os da Natura!
Aqui, no Rio, somos o penúltimo Estado nos índices de educação, enquanto o governo investe prioritariamente em segurança pública.
Vera se declara uma velha Brizolista e diz que temos que recuperar a pauta da esquerda.
Vera encerra a palestra afirmando que : “A luta contra a prisão e contra a criminalização da pobreza é a luta contra o capital e contra o capitalismo. A classe trabalhadora brasileira está presa fora e dentro das prisões.
Minha pergunta que não quer calar:
Quando haverá a Tomada da Bastilha no Brasil?
Eliete Ferrer é ex-exilada, militante de Direitos Humanos, fundadora e moderadora do Grupo Os Amigos de 68 e organizadora do livro 68 a geração que queria mudar o mundo relatos, publicado pela Comissão de Anistia do Ministério da Justiça.
Vera Malaguti Batista - Tribunal Popular
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
Grafico publicado no site LiveLeak mostra a concentração de forças no Mediterrâneo
Russia, Irã e China teriam enviado 90
mil soldados para Síria, segundo divulgou, nesta segunda-feira, o site
LiveLeak, de origem norte-americana. Segundo os jornalistas, os três
países teriam movimentando tropas secretamente para Síria e, novamente, noticiam
também que embarcações e navios de guerra chineses teriam permissão para
atravessar o Canal de Suez no Egito para ter acesso ao Mar Mediterrâneo.
Quando ampliada a foto, é possível
ler o conteúdo da análise procedida por técnicos na Síria
A situação ficou mais tensa ainda, nesta manhã, quando uma foto do
investigador-chefe sobre armas químicas da ONU, Ake Sellstrom, entregando seu
relatório sobre o ataque com gás na Síria no dia 21 de agosto, mostra que o
documento confirma o uso do gás nervoso sarin.
A foto distribuída pela Organização das Nações Unidas (ONU) mostra Sellstrom entregando o relatório, a ser oficialmente divulgado ainda nesta segunda-feira, ao secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon. Ao aumentar a foto é possível ver que o relatório afirma que projéteis contendo “o agente nervoso sarin foram utilizados”.
Aviso internacional
Nesta manhã, França, Grã-Bretanha e Estados Unidos aumentaram a pressão sobre o presidente sírio, Bashar al-Assad, para que siga o acordo sob o qual a Síria abriria mão das armas químicas e alertaram que o país sofrerá as consequências se não cumprir com o acetrado. A Rússia, no entanto, alertou contra a imposição de punições duras ao governo de Assad em caso de descumprimento.
O secretário de Estado norte-americano, John Kerry, reiterou que o acordo alcançado no fim de semana com seu homólogo russo, Sergei Lavrov, tem como objetivo uma resolução da ONU que preveja sanções pelo descumprimento.
– Se Assad deixar de cumprir no prazo os temores deste acordo-marco, não se enganem, todos nós concordamos, e isso inclui a Rússia, que haverá consequências – disse Kerry a jornalistas em Paris, ao lado dos chanceleres da França e Grã-Bretanha.
Mas, em Moscou, Lavrov declarou que a pressa na aprovação de uma resolução punitiva mostra uma “falta de compreensão” sobre o acordo. No começo deste mês, a Rússia propôs que o arsenal químico sírio fosse colocado sob controle internacional, e em troca a Síria seria poupada de um ataque norte-americano em retaliação pelo suposto uso de armas químicas contra civis, em 21 de agosto. Assad, que nega ter cometido o ataque, disse que estava disposto a abrir mão do seu arsenal de armas químicas.
Rússia e EUA concordaram em voltar ao Conselho de Segurança da ONU e explorar opções para punir o regime sírio em caso de descumprimento. Isso incluiria a discussão de uma nova resolução autorizando o uso da força de acordo com o artigo 7º. da Carta da ONU. A declaração de Kerry foi feita após discussões envolvendo os chanceleres das três potências ocidentais com poder de veto no Conselho de Segurança, dois dias depois de EUA e Rússia selarem o acordo.
O chanceler francês, Laurent Fabius, salientou que a opção militar contra a Síria não está descartada, mas acrescentou: “Não há solução militar para esse conflito, apenas política”.
A foto distribuída pela Organização das Nações Unidas (ONU) mostra Sellstrom entregando o relatório, a ser oficialmente divulgado ainda nesta segunda-feira, ao secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon. Ao aumentar a foto é possível ver que o relatório afirma que projéteis contendo “o agente nervoso sarin foram utilizados”.
Aviso internacional
Nesta manhã, França, Grã-Bretanha e Estados Unidos aumentaram a pressão sobre o presidente sírio, Bashar al-Assad, para que siga o acordo sob o qual a Síria abriria mão das armas químicas e alertaram que o país sofrerá as consequências se não cumprir com o acetrado. A Rússia, no entanto, alertou contra a imposição de punições duras ao governo de Assad em caso de descumprimento.
O secretário de Estado norte-americano, John Kerry, reiterou que o acordo alcançado no fim de semana com seu homólogo russo, Sergei Lavrov, tem como objetivo uma resolução da ONU que preveja sanções pelo descumprimento.
– Se Assad deixar de cumprir no prazo os temores deste acordo-marco, não se enganem, todos nós concordamos, e isso inclui a Rússia, que haverá consequências – disse Kerry a jornalistas em Paris, ao lado dos chanceleres da França e Grã-Bretanha.
Mas, em Moscou, Lavrov declarou que a pressa na aprovação de uma resolução punitiva mostra uma “falta de compreensão” sobre o acordo. No começo deste mês, a Rússia propôs que o arsenal químico sírio fosse colocado sob controle internacional, e em troca a Síria seria poupada de um ataque norte-americano em retaliação pelo suposto uso de armas químicas contra civis, em 21 de agosto. Assad, que nega ter cometido o ataque, disse que estava disposto a abrir mão do seu arsenal de armas químicas.
Rússia e EUA concordaram em voltar ao Conselho de Segurança da ONU e explorar opções para punir o regime sírio em caso de descumprimento. Isso incluiria a discussão de uma nova resolução autorizando o uso da força de acordo com o artigo 7º. da Carta da ONU. A declaração de Kerry foi feita após discussões envolvendo os chanceleres das três potências ocidentais com poder de veto no Conselho de Segurança, dois dias depois de EUA e Rússia selarem o acordo.
O chanceler francês, Laurent Fabius, salientou que a opção militar contra a Síria não está descartada, mas acrescentou: “Não há solução militar para esse conflito, apenas política”.
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