terça-feira, 21 de maio de 2019

MADEIRA DE CASCA DE MANDIOCA


Hello, guys! Hoje venho falar de um projeto muito bacana desenvolvido por um grupo de estudantes do Colégio Sesi, de Araucária (PR) – região metropolitana de Curitiba. A ideia inicial delas era produzir um plástico biodegradável, porém, com o avanço das pesquisas o projeto acabou se direcionando para outra inovação: elas conseguiram produzir um tipo de madeira sustentável produzida com casca de mandioca, tetraborato de sódio (bórax), cola e água.
Na imagem há três estudantes vendo os pedaços de madeira sustentáveis produzidas com casca de mandioca, expostas em uma bandeja durante a sétima edição da Feira de Inovação das Ciências e Engenharias (Ficiencias), realizada em Foz do Iguaçu (PR)
Fonte: Ficiências
Este experimento foi apresentado e recebeu destaque durante a 7ª edição da Feira de Inovação das Ciências e Engenharias (Ficiencias), realizada em Foz do Iguaçu (PR), por ser uma alternativa de baixo custo e ambientalmente correta.
Na fotografia há um pedaço de madeira sustentável produzida com casca de mandioca
Fonte: Ficiências
“A nossa madeira é feita a partir de resíduos orgânicos da mandioca, como a casca, e utilizamos também outros componentes para deixá-la mais compactada. Para nós fazermos a nossa madeira, fomos variando a quantidade dos nossos materiais (mais cola, menos cola. Mais casca, menos casca), até encontrar o nosso protótipo ideal”, explicam as estudantes Amanda Bueno Coutinho, Ana Vitória de Lara e Letícia Azambuja de Souza sobre o processo.
madeira de mandioca, além de ser sustentável tem outra vantagem: é resistente a traças, cupins e até fogo. Através do teste de inflamabilidade, as estudantes obtiveram um resultado muito parecido com o MDF Fire, que é produzido na América Latina. E completa: “Além disso, a nossa madeira é praticamente impermeável. Nós deixamos imersa por cerca de três dias. Quando retiramos, achamos que tínhamos perdido o teste porque ela havia inchado completamente. Mas quando secou, voltou ao estágio inicial. Isso significa, que mesmo que ela infiltre ela consegue evaporar essa água novamente.” O próximo passo definido por elas é buscar a produção de madeira em larga escala.
Por mais ótimos projetos como este! Bons jobs conscientes para vocês!

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quarta-feira, 15 de maio de 2019


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Exclusivo: Assassino de delegado que investigava morte de Teori frequentava mesmo clube de tiro que Adélio e Carlos
Publicado por
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 14 de maio de 2019

Teori Zavascki morreu em um acidente de avião no litoral sul do Rio de Janeiro
O clube de tiro .38, na cidade de São José, na Grande Florianópolis, é um local peculiar.
Por lá – até onde se sabe, apenas por uma enorme coincidência – passam figuras que acabam por ter algum tipo de papel chave na história da República.
Conforme mostrou o DCM em reportagem publicada na última segunda-feira, uma dessas pessoas é Adelio Bispo, que deu uma facada em Jair Bolsonaro durante o período de campanha eleitoral.
Ele esteve no local no dia 5 de julho de 2018, o mesmo dia em que chegou a Florianópolis, vindo de Montes Claros (MG).
Estava desempregado, mas arrumou dinheiro para ir treinar sua pontaria no clube, em que as atividades não saem por menos de R$ 100 a hora. Depois, passou um mês na cidade. A polícia nunca informou o que ele foi fazer lá.
Outros que frequentam o local – e fazem e postam vídeos com os intrutores, utilizam os dormitórios e instalações do clube – são os irmãos Carlos e Eduardo Bolsonaro, como também mostrou o DCM na última terça.
Carlos, aliás, tem o clube de tiro como seu lugar predileto para retiros espirituais, reflexões e fuga do estresse gerado pela rotina política.
Dois dias após Adélio ter ido treinar sua mira no clube, Carlos chegou ao local para mais um fim de semana de descanso em meio às armas.
Mas não para por aí a lista de frequentadores ilustres do .38. Outro que costumava treinar seus dotes de atirador por ali era Nilton César Souza Júnior.
Ele é dono do conhecido Nilton Dog, trailer de cachorro quente que vende a iguaria nas versões salgada e doce (é isso mesmo) na avenida General Eurico Gaspar Dutra, no Estreito, área continental de Florianópolis.
Conforme exibia em suas redes sociais, com fotos e vídeos, Nilton tinha um hobby: o tiro esportivo.
Era frequentador assíduo do .38. Mas, as fotos foram retiradas das redes. Na verdade, seus perfis em redes sociais foram todos apagados.
Foi uma decisão aconselhada por seu advogado, desde que ele matou a tiros, em uma briga de bar, Adriano Antônio Soares, então delegado-chefe da Polícia Federal em Angra dos Reis.
Ele era o responsável pelas investigações da morte do ministro do STF Teori Zavascki, então relator da Operação Lava-Jato no Supremo Tribunal Federal (STF).
A arma utilizada tinha registro, seu proprietário sabia manuseá-la porque frequentava o clube .38 e quem atirou primeiro foi o delegado de polícia.
Ou pelo menos isso é o que disse o advogado do vendedor de cachorro quente, na época do crime, maio de 2017.
“A arma tinha CR, que é o registro de circulação, ele praticava tiro esportivo na escola .38, em São José. Sobre o ocorrido, tenho informação de que o primeiro disparo partiu da arma da autoridade policial. Vamos esclarecer isso. Discutir quem deu causa, a legitimidade e ver se ocorreram excessos de algum dos lados”, afirmou, à época do crime, em maio do ano passado, Marcos Paulo Silva dos Santos.
Fatos e perguntas
Tudo isso, como se disse, não passa de coincidências, mas são também fatos jornalísticos.
Ou não há interesse noticioso em contar que a pessoa que deu uma facada em Jair Bolsonaro esteve no clube de tiro que é o retiro espiritual de Carlos, que por lá esteve dois dias depois?
Para que se evitasse qualquer tipo de especulação, as autoridades que interrogaram Adelio Bispo poderiam responder a perguntas simples, como o que levou Adelio a viajar a Florianópolis, o que ele ficou fazendo por lá durante um mês, por que ele foi no clube de tiro .38, quanto dinheiro ele gastou por lá e quem pagou, se ele chegou a conhecer Carlos e se ele sabia que aquele clube era frequentado pela família Bolsonaro.
Enquanto não se conhecer a resposta para perguntas como essas, há espaço para muitos imaginarem que tudo isso é mais do que só uma grande coincidência.

sábado, 13 de abril de 2019

BOLSONARO MUITO PERIGOSO!

 




PREFEITO DE NOVA YORK, BILL DE BLASIO, DIZ QUE BOLSONARO É HOMEM MUITO PERIGOSO
"Ele é perigoso não apenas por causa de seu racismo e homofobia evidentes, mas porque ele é, infelizmente, a pessoa com mais condições de impactar sobre a Amazônia", disse o prefeito Bill de Blasio sobre Bolsonaro; ele ainda pediu que uma homenagem ao mandatário brasileiro no Museu de História Natural de Nova York seja cancelada
12 DE ABRIL DE 2019 ÀS 21:38
247 - O prefeito de Nova York, Bill de Blasio, disse que o presidente Jair Bolsonaro (PSL) é um ser humano "muito perigoso". Em entrevista a uma rádio, ele disse que além de ser homofóbico e racista, Bolsonaro é perigoso por colocar em risco a preservação da floresta amazônica.
"Ele é perigoso não apenas por causa de seu racismo e homofobia evidentes, mas porque ele é, infelizmente, a pessoa com mais condições de impactar sobre a Amazônia", disse o prefeito.
Blasio ainda pediu para que o Museu de História Natural de Nova York impeça que uma homenagem a Bolsonaro pela Câmara de Comércio Brasil-EUA seja realizada no local. O espaço já havia sido alugado para o evento.
Nesta sexta-feira 12, cresceu nas redes sociais um movimento para que Bolsonaro não fosse homenageado no museu. A própria instituição publicou no Twitter que havia preocupação por parte deles em relação à cerimônia e justificou que o espaço foi alugado antes de os homenageados terem sido escolhidos.
"O evento, de nenhuma maneira, reflete a posição do museu que há uma necessidade urgente de conservar a Amazônia, que tem profundas implicações para a diversidade biológica, as comunidades indígenas, mudança climática e o futuro da saúde do nosso planeta", explicou o museu em um comunicado.
Publicado pelo Brasil 247.Eu apoio o 247


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quinta-feira, 11 de abril de 2019







Brasil é o terceiro país mais ignorante do mundo

Novo estudo feito por um instituto britânico mediu o que os brasileiros sabem sobre si mesmos

Qual a porcentagem de brasileiros com acesso à internet? As famílias mais ricas concentram quanto da renda total do país? A cada 100 pessoas no Brasil, quantas vivem na zona rural? O instituto de pesquisas britânico Ipsos Mori fez esse tipo de perguntas para brasileiros. Os palpites passaram tão longe das repostas corretas que renderam ao Brasil o título de terceiro país mais ignorante sobre si mesmo.
O estudo intitulado Perils of Perception (Perigos da Percepção) foi feito com 33 nações, de todos os continentes. O país que menos sabe sobre sua própria situação é o México, seguido pela Índia e sobrando para nós a medalha de bronze. Na outra ponta, o mais consciente do ranking foi a Coreia do Sul, em segundo ficou a Irlanda, com a Polônia em terceiro para fechar o pódio.
Para fazer o cálculo, o estudo produziu 12 questões, e comparou as suposições da população com dados reais. Os brasileiros se mostraram especialmente ruins em falar sobre idade. O país teve a maior margem de erro quando perguntaram a idade média de seus habitantes (o palpite foi 56 — 25 a mais do que os corretos 31 anos). Mas nós também lideramos os erros na questão “A cada 100 pessoas, quantas você acha que têm 14 anos ou menos?”: a média dos chutes foi 39, a resposta correta seria 24.                                  
O brasileiro também tem menos mulheres no poder do que imagina. Enquanto a população acreditava que 31% dos políticos fossem mulheres, o número de verdade é menos que a metade disso: 14%. Outro erro de destaque foi na pergunta “Qual a porcentagem de imigrantes no seu país?”. As respostas do Brasil apontavam que 25% dos habitantes vieram de fora. Erramos feio. Na verdade, só 0,3% da população é estrangeira.A pesquisa foi feita entre os dias 1 e 16 de outubro de 2015, conversando com cerca de 1000 brasileiros. Se você tem certeza que tiraria uma pontuação melhor do que nossos conterrâneos entrevistados, pode tentar provar isso. Os organizadores da pesquisa disponibilizaram um quiz online, para todo mundo testar os conhecimentos sobre próprio país. Você pode acessá-lo aqui — só não vale ver as respostas antes.

Agentes de inteligência dos EUA desencorajar Trump de interverter Venezuela

Um grupo de profissionais de inteligência aposentados dos Estados Unidos emitiu uma advertência pública ao presidente Donald Trump sobre os riscos de se enraizar em uma guerra com a Rússia se ele decidisse intervir militarmente na Venezuela.
Em uma declaração pública, o grupo de profissionais de inteligência do veterano por Sanity (VIPS, por sua sigla em Inglês), adverte as políticas magnata Trump da Casa Branca em relação a Venezuela não só desencadear uma guerra em nosso país, mas que confrontaria os Estados Unidos e a Rússia, que em sua opinião não cruzou nenhuma "linha vermelha" em suas atividades na América Latina.
"As políticas de seu governo em relação à Venezuela parecem estar em uma ladeira escorregadia que pode levar à guerra naquele país e a um confronto militar com a Rússia. Como ex-funcionários de inteligência e segurança nacional profissionais com décadas de experiência, nós encorajamos você a não ir tão longe como a adotar uma ação militar catastrófica em resposta a distúrbios civis na Venezuela ou atividades russas no Hemisfério Ocidental. Apesar da recente chegada de dois transporte aeronaves e apoio político persistente para o governo venezuelano, os russos estão longe de cruzar nenhuma 'linha vermelha' que emergiu da Doutrina Monroe de 1823 ", a carta começa.
Além disso, agentes especiais dos EUA acusam Washington de ter agravado a situação interna da Venezuela com suas "ações" e causaram sofrimento ao povo.
"As ações dos EUA na Venezuela só conseguiram aprofundar a crise, causar maior sofrimento humano e aumentar a probabilidade de violência em escala nacional", explicam.
Eles criticam os "conselheiros" de Trump, especialmente o senador Marco Rubio, o conselheiro de segurança nacional John Bolton, o enviado especial Elliott Abrams e o secretário de Estado Mike Pompeo, e afirmam que seus conselhos foram e continuam errados.
"O reconhecimento do Presidente da Assembleia Nacional, Juan Guaidó, como presidente interino não empurrar os militares a se levantar contra o presidente Nicolas Maduro, nem ameaças de medidas mais duras. Estas ações representam uma ignorância fundamental do exército venezuelano. política americana assumiu, incorretamente, que os oficiais apoiaria Guaidó apesar do compromisso de sua facção para desmantelar chavismo, que a maioria dos funcionários acho que introduziu alterações historicamente necessárias no país, incluindo a inclusão política dos pobres " , detalhe.
Estresse vários parágrafos do sofrimento causado aos venezuelanos, e até mesmo insinuar o envolvimento dos EUA nas falhas maciças do Sistema Eléctrico Nacional (SEN), que a Venezuela denunciou eram sabotagem envolvendo este e outros países como Colômbia e Chile .
"A estratégia de seu governo de punir o povo venezuelano, incluindo, aparentemente, deixá-lo sem eletricidade, parece baseada na falsa suposição de que a crise causará um golpe para derrubar Maduro. Na verdade, as sanções dos EUA permitiram Maduro culpar Washington, e não deixaram Guaidó como alguém que já vendeu o país aos imperialistas norte-americanos em detrimento da saúde, bem-estar e distúrbios civis do povo venezuelano ", eles insistem.
Eles destacam a falta de liderança de Juan Guaidó, que, segundo eles, parece seguir apenas o roteiro escrito das agências norte-americanas. "Sua inflexibilidade (a Guaidó) sobre as negociações, o seu apelo aberto para uma intervenção militar, junto com a ameaça de guerra do governo sobre as quais você preside, estão se afastando para outros governos, mas o mais submetido aos ditames de Washington. As propostas de negociação, como as desenvolvidas pelo Grupo de Contato, ganham força. "
Entre os signatários da carta, incluem-se ex-agentes da Agência Central de Inteligência (CIA), da Secretaria de Defesa, do Exército, do FBI, da Agência de Inteligência da Defesa, entre outros.
O VIPS, fundado em 2003, refutou em sua primeira declaração o então presidente dos EUA, George W. Bush, e seu governo, os argumentos e distorções dados ao mundo para justificar a guerra no Iraque. E em 2006 eles fizeram o mesmo com o democrata Barack Obama, mas desta vez relacionado com a Síria.
"Nossa preocupação nesta ocasião refere-se à Síria", diz a carta enviada ao presidente. "Nós escrevemos para alertá-lo, como fizemos com o ex-presidente George W. Bush, seis semanas antes do ataque ao Iraque, as consequências de limitar os seus consultores a um pequeno círculo com relativamente pouca experiência e uma história de sabedoria duvidosa pode ser desastroso ", escreveram naquela época.
Por Maya Monasteries / Denied Assumption