REVOLTA
Amazonino deve ter lembrado do dia 2 de outubro de 2006, quando revoltados cabos eleitorais promoveram um quebra-quebra no comitê central da sua campanha a governador (ele perdeu para Eduardo Braga, que foi reeleito), exigindo pagamento do trabalho. Conforme divulgado na ocasião, 3.688 cabos eleitorais, entre fiscais, coordenadores e delegados, trabalharam na campanha. A Polícia foi chamada para conter os ânimos. Cadeiras e vidros foram quebrados. O comando da campanha alegou exigências da lei eleitoral, que só permitia a emissão de 1.200 cheques, etc. Como é natural, o caso foi resolvido, naquela ocasião. Mas Amazonino tem mania de fazer promessas que não tem intenção de cumprir. O problema é que, pelo jeito, tem gente que acreditou e... o resultado aí está.
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