sexta-feira, 22 de março de 2019

OS SICÁRIOS DE JUAN GUIDÓ!


Assistente de Guaidó comandava grupo terrorista para desestabilizar o país
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Caracas, 22 Mar. AVN
Roberto Eugenio Marrero Borjas, de 49 anos, e assistente do deputado em desacato e nulidade jurídica, Juan Guaidó, dirigia uma célula terrorista que pretendia desestabilizar o país, através de ataques aos serviços públicos, além de assassinatos seletivos a políticos, militares e magistrados do Tribunal Supremo de Justiça (TSJ).

O ministro das Relações Interiores, Justiça e Paz, Néstor Reverol, afirmou que Marrero, da organização Vontade Popular (VP) foi detido na madrugada desta quinta-feira por funcionários do Serviço Bolivariano de Inteligência Nacional (Sebin).

Marrero era "o responsável pela organização destes grupos criminosos" e foi detido com "um lote de armas de guerra e dinheiro em espécie em moedas estrangeiras durante uma apreensão realizada em sua residência nesta madrugada em companhia do Ministério Público".

Reverol também disse que foi detido Luis Alberto Páez Salazar, de 34 anos, guarda-costas de Marrero.

Com Páez foram encontrados "veículos, telefones celulares", que formam parte das evidências para a investigação.

O ministro denunciou que a dupla forma parte de um grupo maior "que atualmente está plenamente identificado cujos organismos de inteligência estão atrás de sua captura, assim como de um grande lote de armas de fogo".

Desarticulada célula terrorista que planejava assassinatos seletivos e ataques a serviços públicos
Caracas, 22 Mar. AVN
O governo venezuelano desarticulou nesta quinta-feira uma célula terrorista que planejava assassinatos selectivos contra políticos, militares e magistrados do Tribunal Supremo de Justiça (TSJ), informou o ministro do Interior, Justiça e Paz, Néstor Reverol.

"Nosso Serviço de Inteligência desarticulou uma célula terrorista que planejava um conjunto de ataques seletivos, contratando mercenários colombianos e centroamericanos para atentar contra a vida de políticos, militares, magistrados do Tribunal Supremo de Justiça e efetuar atos de sabotagem aos serviços públicos para criar caos na sociedade venezuelana", afirmou Reverol durante declarações transmitidas pelo canal público VTV.

A operação de busca e apreensão nas residências de Roberto Eugenio Marrero Borjas, de 49 anos, advogado, e Luis Alberto Páez Salazar, de 34 anos, guarda-costas de Marrero, encontrou um lote de armas de guerra e dinheiro em espécie em moedas estrangeiras, além de telefones celulares, veículos e outras evidências.

Reverol afirmou que a dupla está sendo investigada e forma parte de um grupo maior. "Estão plenamente identificados e os organismos de inteligência estão atrás de sua captura assim como o lote de de armas de fogo".

O ministro assegurou que estes ataques obedecem ao golpe de Estado continuado realizado pelo governo dos Estados Unidos (EUA), contra Venezuela e que se intensificou desde o dia 23 de fevereiro, quando tentaram forçar a entrada da suposta ajuda humanitária pela fronteira colombo-venezuelana.

"Quiseram violar a soberania da Venezuela e diante da vitória do povo contra o golpe elétrico, estes grupos buscaram causar comoção na sociedade venezuelana com seu plano terrorista", disse, destacando que o Executivo nacional, seguirá trabalhando para defender a paz da nação.

Venezuela rechaça declarações ingerencistas de Duque e Piñera
Caracas, 22 Mar. AVN
A República Bolivariana da Venezuela rechaçou nesta quinta-feira as declarações ingerencistas realizadas pelo presidente da Colômbia, Iván Duque; e do Chile, Sebastián Piñera; violando o direito internacional e a soberania venezuelana.

Em nota, a Venezuela afirmou que as declarações, oferecidas durante um encontro de Duque com Piñera no Chile; "fica em evidência na antidiplomacia, o desrespeito e a submissão dos ditames dos Estados Unidos por parte dos empresários que defendem seus interesses econômicos particulares por cima das necessidades dos povos da Colômbia e Chile".

No final da reunião, Duque disse que o Chile teria se comprometido em "receber migrantes que vêm das forças militares que cederam já qualquer lealdade à ditadura, e que juraram lealdade a Guaidó" no dia 23 de fevereiro, quando tentaram violar a fronteira colombo-venezuelana.

"Como se pode entender que os senhores Duque e Piñera evoquem o direito internacional quando apoiaram grupos de choque e pretenderam na fronteira colombiana forçar a entrada de uma suposta assistência humanitária, violentando toda norma do sistema das Nações Unidas que regula a materia", afirma o comunicado.

Veja abaixo o texto na íntegra:

COMUNICADO

O governo da República Bolivariana da Venezuela rechaça contundentemente as insolentes e ingerencistas declarações emitidas hoje 21 de março de 2019 por Iván Duque e Sebastián Piñera.

Mais uma vez fica em evidência na antidiplomacia, o desrespeito e a submissão dos ditames dos Estados Unidos por parte dos empresários que defendem seus interesses econômicos particulares por cima das necessidades dos povos da Colômbia e Chile.

Resulta um contrasentido que esta desonrosa declaração, é feita quando na Colômbia a governabilidade e a democracia é cada vez mais precária, onde não há garantias ao direito à vida, pois ser líder social te leva direto à morte; onde a crise humanitária em Chocó, La Guajira e nas zonas rurais e urbanas é generalizada, e enquanto a produção de droga incrementa com uma eficiência que somente é possível sob a cumplicidade de um governo Narcoparamilitar que o permite, avaliza e impulsiona.

Com que moral o senhor Piñera fala de Direitos Humanos na Venezuela, enquanto no Chile os povos são sistematicamente perseguidos e exterminados; como é que pretende dar lições de democracia, governando com a Constituição de seu mentor político, um verdadeiro ditador, Augusto Pinochet. Sebastián Piñera fala de direito, e em seu país exigir o direito à educação ou à saúde te leva à prisão.

Como se pode entender que os senhores Duque e Piñera evoquem o direito internacional quando apoiaram grupos de choque e pretenderam na fronteira colombiana forçar a entrada de uma suposta assistência humanitária, violentando toda norma do sistema das Nações Unidas que regula a materia.

Sem dúvida, os governos da Colômbia e Chile, utilizados como satélites de Donald Trump, se transformaram em um instrumento para a agressão contra o Povo venezuelano e suas instituições, em virtude do qual enfrentam o repúdio de seus Povos como a firme decisão do Povo revolucionário da Venezuela de lutar contra o opróbio, a ameaça e a ingerência.

O Governo Bolivariano da Venezuela reitera que mais cedo do que tarde se abrirão as novas alamedas por onde transitará livremente o Povo chileno e o Povo colombiano.

Caracas , 21 de março de 2019

Conselho de Direitos Humanos da ONU reconhece efeitos negativos de sanções contra Venezuela
Caracas, 22 Mar. AVN
O Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou por ampla maioria nesta quinta-feira a resolução apresentada pelo Movimento dos Países Não Alinhados (Mnoal) sobre os efeitos negativos que as sanções aplicadas pelos Estados Unidos (EUA) geram na Venezuela.

O chanceler da República, Jorge Arreaza, através de sua conta no Twitter, ressaltou que a medida é uma vitória do multilateralismo e da diplomacia da paz para a Venezuela.

"Atenção! Em Genebra o Conselho de DH/ONU aprovou por ampla maioria resolução apresentada pela Venezuela em nome do Movimento dos Não Alinhados sobre efeitos negativos das medidas coercitivas unilaterais (sanções) nos direitos humanos. Outra vitória do Multilateralismo e da Diplomacia da Paz!", publicou o chanceler na rede social.

O projeto de resolução "As repercussões negativas das medidas coercitivas unilaterais no desfrute dos direitos humanos" exposto pela Mnoal sobre as sanções contra a Venezuela conseguiu 27 votos a favor, 15 contra e 5 abstenções.

A resolução foi apresentada pelo embaixador Jorge Valero, no 40º período de sessões do Conselho de Direitos Humanos da ONU que se realiza desde o dia 25 de fevereiro e continua até 22 de março.

No texto foram anexados novos elementos para fortalecer a resolução sobre o assunto aprovado pelo Conselho de Direitos Humanos no ano passado e reforçar a posição sólida da Mnoal contra a imposição das medidas coercitivas unilaterais.

O embaixador Jorge Valero, durante seu discurso, enfatizou a Declaração Política de Nova York adotada em 20 de setembro de 2017, em reunião liderada pelo chanceler Jorge Arreaza, onde os ministros das Relações Exteriores dos Estados-membros do Movimento aprovaram: "Reafirmar sua oposição ao unilateralismo e as medidas coercitivas unilaterais impostas por certos Estados, incluídas as de caráter econômico, financeiro ou comercial que não se ajustam ao direito internacional, à Carta das Naçoes Unidas e às normas e princípios que regem as relações pacíficas entre os Estados", afirmou, segundo informou a página web da chancelaria.

O diplomata ressaltou que a iniciativa visa destacar o impacto negativo das medidas coercitivas unilaterais nos direitos humanos e desenvolvimento, assim como nas relações internacionais, comércio, investimento e cooperação.

A resolução adotada pelo Conselho de Direitos Humanos da ONU exorta os Estados a que deixem de avalizar, manter ou aplicar medidas coercitivas unilaterais opostas ao direito internacional, ao direito internacional humanitário, à Carta das Nações Unidas e às normas e princípios que regulam as relações pacíficas entre os Estados, em particular medidas de caráter coercitivo com efeitos extraterritoriais, que criam obstáculos às relações comerciais entre os Estados.

Também insta encarecidamente aos Estados que se abstenham de ordenar medidas coercitivas unilaterais, e eliminem as medidas, que são contrárias à Carta e às normas e princípios que regulam as relações pacíficas entre os Estados em todos os níveis.

O texto condena de maneira veemente o fato de que potências específicas continuem designando e cumprindo unilateralmente medidas como ferramenta de pressão política ou econômica contra qualquer nação.

Além disso insta os Estados que promovam e protejam o multilateralismo, e adotem as medidas necessárias para fortalecer a cooperação bilateral, regional e internacional, para enfrentar as repercussões negativas das sanções no pleno desfrute dos direitos humanos.

O projeto contou com o copatrocínio de Baréin em nome do Grupo Árabe, e de Angola que representou o Grupo Africano.



Fundalatin condena na ONU omissão de Bachelet sobre vítimas das guarimbas em seu relatório
Caracas, 22 Mar. AVN
A presidenta da Fundação Latino-Americana pelos Direitos Humanos e o Desenvolvimento Social (Fundalatin), María Eugenia Russián, rechaçou que a Alta Comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Michelle Bachelet, não visibilizou as vítimas das guarimbas em seu relatório oral sobre a Venezuela.

No relatório apresentado, Bachelet condenou a suposta “redução do espaço democrático”, mas não mencionou que grupos extremistas da oposição venezuelana assassinaram dezenas de pessoas e utilizaram o caminho da força para derrubar o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro.

A Fundalatin condenou que “a atualização apresentada (por Bachelet) invisibilize as ações de violência executadas por setores da oposição venezuelana, que deixaram um saldo lamentável de vítimas que foram queimadas vivas, degoladas ou simplemente assassinadas por estes grupos antigovernamentais. Nenhum balanço objetivo da situação venezuelana pode ignorar esta realidade”, disse a presidenta do organismo, destaca a chancelaria em sua página Web.

Russián, com status consultivo no Conselho de Direitos Humanos, argumentou que o relatório da Alta Comissária não aprofundou os efeitos do bloqueio econômico e financeiro que o governo dos Estados Unidos executa contra a Venezuela.

“As perdas econômicas destas medidas coercitivas somam mais de US$21 bilhões, que equivalem à importação de remédios e alimentos durante cinco anos para todos os venezuelanos. A causa determinante da situação atua na Venezuela é o bloqueio econômico e financeiro. Preocupa-nos que a Alta Comissária tenha omitido esta situação”, destacou.

A ONG exortou o Conselho de Direitos Humanos e a Alta Comissária a somar-se ao esforço para "reconhecer as medidas coercitivas unilaterais como crimes de lesa humanidade que afetam de maneira sistemática e deliberada toda a população civil.

Russián manifestou sua surpresa de que Bachelet não tenha sancionado a “grosseira ameaça de intervenção militar por parte dos Estados Unidos, que viola a paz e a estabilidade, não somente da Venezuela mas da região”.

“Todos os órgãos do sistema das Nações Unidas devem atuar em defesa da Carta da ONU e rechaçar o uso da força contra qualquer país, inclusive a Venezuela”, asseverou.

A Fundalatin solicitou ainda à Alta Comissária visitar a Venezuela para reunir-se com os setores sociais do país sul-americano e perceba a realidade dos direitos humanos.

“Sem dúvida, sua visita deixará um saldo positivo para atender os desafios e consolidar os progressos do país neste tema”, ressaltou.

Venezuela agradece movimentos sociais dos EUA por proteger sedes diplomáticas
Caracas, 22 Mar. AVN
A Venezuela agradeceu os movimentos sociais estadunidenses, que colaboram na proteção das instalações de suas sedes diplomáticas nos Estados Unidos (EUA).

O reconhecimento foi feito pelo chanceler da República, Jorge Arreaza através de sua conta no Twitter, que considerou a ação como um "grande gesto de solidariedade", e ressaltou que são os movimentos sociais estadunidenses "os primeiros que chamam seu governo a respeitar a Convenção de Viena".

Arreaza publicou duas fotografias dos movimentos sociais em frente a uma das sedes diplomáticas, mostrando seu apoio à nação latino-americana com cartazes onde pedem que o governo dos EUA tirem suas mãos da Venezuela.

Na última segunda-feira o governo venezuelano denunciou a ocupação forçada de suas sedes diplomáticas nos EUA, por pessoas que não fazem parte do governo legítimo de Nicolás Maduro, mas que respondem aos interesses políticos do governo estadunidense, o que constitui uma violação da Convenção de Viena.

Em nota, a Venezuela exigiu às autoridades estadunidenses que cumplam com suas obrigações de direito e tomem as medidas necessárias para reverter de maneira imediata esta ocupação forçada, "em cumprimento do previsto nos artigos 22 e 45 da Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas, sobre a obrigação de proteger as sedes Diplomáticas, inclusive no caso de ruptura das relações, como de fato faz a Venezuela em referência à antiga sede da embaixada estadunidense em Caracas".

Oposição venezuelana fracassa reiteradamente em sua tentativa de tomar o poder
Caracas, 19 Mar. AVN
Por: Yonaski Moreno

A oposição venezuelana iniciou o ano anunciando medidas que, de acordo com seus dirigentes, alcançariam seu máximo objetivo, depor o governo constitucional do presidente da República Bolivariana da Venezuela, Nicolás Maduro.

A designação do deputado Juan Guaidó como presidente da Assembleia Nacional, que se mantém em desacato do ordenamento jurídico desde 2016, marcou o "novo início" da direita. Após jurar o cargo, o militante de Vontade Popular apresentou um plano para expulsar Nicolás Maduro do Palácio de Miraflores.

"Hoje está quebrada a cadeia de comando, ao não ter um legítimo comandante em chefe que derive da soberania popular", disse nessa oportunidade, esquecendo que em 20 de maio de 2018 Nicolás Maduro foi reeleito como presidente da República para o periodo 2019-2025 com 67.84% dos votos.

O plano apresentado por Guaidó apresentava seus principais objetivos: que o Parlamento em desacato assuma a "representação" da Venezuela ante a comunidade internacional, promover a designação e reconhecimento de representantes "legítimos" ante instâncias e organismos internacionais, autorizar a suposta ajuda humanitária e criar um órgão com a coordenação das autoridades "legítimas", a sociedade civil e a Força Armada Nacional Bolivariana.

Em 23 de janeiro sobre um palanque na praça Juan Pablo II em Chacao, o deputado em desacato se autoproclamou presidente encarregado do país. Minutos depois, alguns países, com os Estados Unidos à frente, reconheceram seu novo "mandato", apesar de que fracassaram em atingir suas metas.

Comunidade internacional

A oposição fala que conseguiu, tal e como expressa em seus objetivos, o reconhecimento da comunidade internacional, com isto se referem ao apoio que tiveram dos Estados Unidos (EUA), seus 14 governos aliados da região e 28 países que formam a União Europeia (UE), o que somam um total de 43 Estados.

Para que uma "comunidade internacional" seja assumida como tal, deve estar representada pela maioria dos países que formam a Organização das Nações Unidas (ONU), que são 194, explicou o analista internacional Bassem Taljedine, à Agência Venezuelana de Notícias (AVN), no dia 26 de fevereiro.

As 43 nações que apoiam o autoproclamado governo de Guaidó representam somente 22,16% dos países no mundo, e assim não se pode considerar que contam com o apoio da comunidade internacional.

O analista explicou que o fato de que a Venezuela presida atualmente o Movimento dos Países Não Alinhados (Mnoal) formado por 120 países, é uma demonsração de que o governo bolivariano possui o apoio da maioria dos países.

Desconhecido pela mídia

Nas últimas semanas o reconhecimento dado pela mídia internacional contra a suposta autoridade de Juan Guaidó diminuiu consideravelmente e , se antes o chamavam de "presidente interino", agora dizem "presidente autoproclamado", "líder da oposição venezuelana", "opositor" ou simplesmente "Guaidó".

Os "diplomatas" designados por seu "governo" tiveram o mesmo tratamento, figurando como "representantes" designados por Guaidó no exterior.

O fracasso deste objetivo causou embaraço no senador estadunidense, Marco Rubio, que através de uma série de mensagens no Twitter criticou a mídia por não reconhecer Guaidó como presidente.

"Juan Guaidó é o Presidente da Assembleia Nacional democraticamente eleita na Venezuela. E 54 nações o reconhecem como o  legítimo presidente interino constitucional. No entanto, a CNN continua se referindo a ele como 'líder da oposição' e como presidente 'autoproclamado'", criticou Rubio em um de seus tuítes.

Sem ajuda humanitária

A tal anunciada entrada forçada de uma suposta ajuda humanitária à Venezuela -que somente visava gerar uma intervenção militar estrangeira no país-, através da fronteira com a Colômbia, no dia 23 de fevereiro, também figura como um dos fracassos da oposição.

Nesse dia, estudantes, dirigentes sociais, efetivos da Polícia Nacional Bolivariana (PNB) e a Guarda Nacional Bolivariana (GNB), e dirigentes do Partido Socialista Unido da Venezuela (Psuv) defenderam a Venezuela das agressões geradas do lado colombiano, afirmou o Protetor Político do estado de Táchira, Freddy Bernal, em entrevista televisiva ao programa José Vicente Hoy.

Sem reconhecimento pela Fanb

Desde que se autoproclamou como presidente encarregado da Venezuela, Juan Guaidó se dirigiu à Força Armada Nacional Bolivariana (Fanb), instando os militares a violar o princípio de obediência, disciplina e subordinação.

"A Fanb tem três dias para somar-se a nossa luta pelo fim da usurpação, o governo de transição, e as eleições livres", ameaçou o opositor em 20 de fevereiro.

Diante dos chamados e ameaças do autoproclamado, a FANB ratificou seu apoio irrestrito ao presidente da República, Nicolás Maduro, e seu apego à defesa da democracia e a Constituição, contra as agressões imperialistas.

O fracasso nesta área foi de tal magnitude, que o vice-presidente dos Estados Unidos (EUA), Mike Pence, criticou Guaidó por não ter conquistado o apoio da FANB. A revelação foi feita em 27 de fevereiro pelo portal La Política Online, que descreveu que a reclamação aconteceu durante a cúpula do autodenominado Grupo de Lima, no final deste mês em Bogotá, na Colômbia.

Sabotagem ao Serviço Elétrico Nacional

No dia 7 de março, foi realizado um ataque cibernático ao Sistema Automatizado de Controel (ARDA) de Guri, localizado no estado de Bolívar, considerado pelas autoridades venezuelanas como "a agressão mais brutal sobre o povo venezuelano há 200 anos", segundo o ministro da Comunicação e Informação, Jorge Rodríguez.

No dia 9 de março, Rodríguez apresentou uma série de mensagens no Twitter que comprometen os Estados Unidos e Juan Guaidó por envolvimento na agressão.

Durante o apagão gerado pelo ataque, diversos dirigentes opositores apostaram na difusão de falsas notícias para gerar um estado de incerteza que desestabilizasse a população. No entanto as autoridades demonstraram como as acusações eram falsas.

O governo venezuelano criou um plano de contigência para garantir o abastecimento de água potável nas comunidades e hospitais do país; assim como um plano especial de distribuição de diesel para garantir o funcionamento de geradores nos hospitais.

Este conjunto de medidas conseguiram manter a calma na população venezuelana durante o processo de recuperação do SEN.


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