
URGENTE
Enchente provoca revolta no são jorge
Mais uma manifestação popular deu muito trabalho para a Polícia e Prefeitura, aconteceu nesta manhã de quarta-feira, na Avenida São Jorge, que teve o trânsito interditado com barricada composta de pneus, pedaços de madeira, cascos de geladeiras velhas e para fechar de vez a artéria, uma barreira humana formada por dezenas de moradores que reivindicam madeira, retirada imediata das famílias mais prejudicadas no local pela enchente e até o dinheiro da ajuda de custo prometida na semana passada quando, quando membros da Defesa Civil lá estiveram. O nome do coronel Ary Renato foi citado pelos moradores que estavam bastante indignados e levaram as equipes da imprensa que estavam na Avenida São Jorge, para verem as situações de suas casas, principalmente as que estão localizadas no Beco Santa Terezinha. O líder da manifestação, que se identificou pelo nome de “Jorge”, disse que na primeira alagação das casas, vieram homens bem fardados e falando bonito, representando a Defesa Civil, com canetas e papéis nas mãos, pegando nome de adultos e crianças, entrando nos “barracos” e até pisando no alagado, mas disso não passou, por isso, com as novas chuvas e situação bem mais crítica, o jeito foi sair para o meio da rua e “botar a boca no trombone de novo”, disse o líder da manifestação.
crianças sofrendo
Entre os manifestantes, estavam muitas crianças descalças e mal vestidas, numa demonstração de que no Beco Santa Terezinha e nas demais áreas alagadas das proximidades da ponte da Avenida São Jorge, nos dois sentidos (Centro/bairro e vice versa), não são apenas os adultos que e4stão padecendo com esta que é a segunda maior enchente já registrada no Estado do Amazonas, aliás, que está bem perto de se igualar ou superar a enchente de 1953, segundo o Instituto de Metereologia, faltando apenas 18 centímetros para que isto aconteça.
Polícia foi acionada
O major PM Feitoza, comandante da 5ª Companhia Interativa Comunitária, foi acionado e rapidamente chegou à Avenida São Jorge, para iniciar os primeiros contatos com os manifestantes. Ele orientou todos de que estavam no seu direito de reivindicar, mas também alertou para o fato de que também estavam errando no que referia a tirar o direito constitucional “de ir e vir das pessoas”.
Defesa Civiil foi chamada
Mesmo assim o oficial disse que estava lá com sua tropa para garantir a segurança no local e fez um contato pelo telefone com a Defesa Civil, para comunicar o que estava acontecendo naquele momento e pedir que fosse providenciado o comparecimento de membros daquela secretaria, para uma negociação com os moradores descontentes com a situação em que se encontravam.
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