
TRE-AM
Sessão do Pleno do TRE-AM, de 7 de maio último, em que o mandato do vereador Joaquim Lucena foi cassado
A vassoura da Justiça Eleitoral do Amazonas alcançou, com a perda de mandato, três vereadores, quatro prefeitos de interior e um deputado estadual. Esse é o balanço parcial oito meses depois da realização das eleições de 2008.
As mudanças alteraram significativamente a rotina das casas legislativas e principalmente o cotidiano dos moradores das cidades de Manicoré, Juruá, Tefé e Japurá, cujos prefeitos perderam seus mandatos por terem infringido a legislação Eleitoral ao promoverem principalmente a captação ilícita de sufrágio (compra de voto) e cometido abuso de poder econômico e/ou político.
Há casos também de infidelidade partidária como o do ex-deputado Edilson Gurgel que ao sair do PRTB para o PR foi “fisgado” pela infidelidade partidária. Em seu lugar, na Assembléia Legislativa (ALE-AM), assumiu Bosco Saraiva (PRTB) que se licenciou do cargo que agora está ocupado por Wanderley Dallas (PMDB).
“Pendurados”
Além dos oito políticos entre vereadores de Manaus, prefeitos do interior e deputado estadual afastados do Poder, outros 22, entre parlamentares e chefes do Executivo estão ‘pendurados’ na Justiça Eleitoral aguardando o julgamento dos recursos interpostos na maioria dos casos pelo candidato opositor ou pelo fiscal da lei, o Ministério Público.
“O Ministério Público vem atuando de forma legítima e a partir do momento em que existir uma irregularidade nas eleições como compra de voto, captação ilícita de recursos, o MP sempre vai atuar da forma como determina a lei”, assegurou o procurador eleitoral substituto, Athaýde Ribeiro.
Dos 62 municípios, 16 cidades, entre elas Manaus, estão enfrentando processos na Justiça Eleitoral. Dentre os mandatos dos prefeitos sub-júdice estão: Tapauá, Urucará, Itacoatiara, Anamã, Fonte Boa, Itamaraty, São Sebastião do Uatumã, Novo Aripuanã, Barcelos, Manaquiri, Coari, Manacapuru, Manicoré, Boa Vista do Ramos e Codajás.
Em Manaus, os vereadores Dr. Gomes (PMN) e Henrique Oliveira (PP), aguardam pronunciamento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a respeito da regularidade de seus mandatos. O prefeito Amazonino Mendes (PTB) e o vice-prefeito, Carlos Souza (PP), também engrossam a fila dos “pendurados” no TSE
Fonte:acrítica
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