
Madeireiros se mobilizaram e fizeram barulho em frente à sede do Ipaam
O aviso foi dado. Caso as reivindicações do setor madeireiro e florestal não sejam atendidas, os empresários do setor prometem que fecharão o rio Madeira, em Humaitá, e o rio Amazonas, em Parintins, ambos por duas horas, além das BR-319 e 174 e a estrada AM-010.
O objetivo é chamar a atenção do Governo do Estado - e da mídia nacional - para as reivindicações feitas pelo setor. Dentre elas, a anulação de multas aplicadas aos madeireiros e a liberação, pelo Estado, e não pelo Ibama, do Documento de Origem Florestal (DOF).
O primeiro manifesto aconteceu, ontem, na avenida Mário Ypiranga Monteiro, em frente ao Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam), deixando o trânsito lento. Para isso, foram mobilizados, das 7h às 10h, caminhões, ônibus e carros. Os manifestantes seguiram até o Conjunto Santos Dummond, voltaram e pararam em frente à entrada do Ipaam.
A mobilização e o barulho dos fogos de artifício, contudo, não foram suficientes para fazer com que os empresários fossem atendidos pelo diretor presidente do órgão ambiental, Néliton Marques.
Há mais de um mês a categoria tenta ser ouvida pelo governador. Três ofícios já foram encaminhados, e nada.
Sem a atenção do governo e do Ipaam, os empresários aproveitaram a presença do deputado estadual Sinésio Campos (PT), líder do Governo na ALE, para repassar o documento com suas reivindicações.
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