Parlamentares se defendem
Liberman Moreno - Deputado estadual pelo PHS
O processo oriundo da Operação Esporão não compromete a sua atuação no caso do deputado Wallace?
“Não. Criar galo de briga não é quebra de decoro parlamentar. Muito menos mexe com minha moral. É uma coisa que gosto. Fiz questão que o processo fosse até o fim. Está arquivado por falta de fundamento. As pessoas que falam dessa espécie de animal falam sem fundamento. A Polícia Federal não deveria estar envolvida naquilo. É competência da Polícia estadual. Na América central a rinha é legalizada. Em Porto Rico faz parte da Constituição do país. Tem projeto de lei tramitando no Congresso Nacional para legalizar essa atividade. Pior do que a rinha é o rodeio. Sabe por que o boi pula? Porque amarram o saco dele. O boi foi criado para divertimento? Não. Submeter a maltrato é amarrar o culhão do boi para ele sair pulando. Para mim, quebra de decoro é ser pego roubando, desviando dinheiro público, fazendo obras fantasmas. Minha vida é limpa. A lei não diz se a rinha é permitida nem proibida”, disse o deputado.
Segundo o procurador da República Edmilson Barreiros, promover e participar de rinha de galo é crime no Brasil.
Vicente Lopes - Deputado Estadual pelo PMDB
A PF está investigando o senhor. Isso não compromete a sua análise da conduta do deputado Wallace?
“Em absoluto. Não estou sendo submetido a investigação da Polícia Federal. Não presido a fundação. Sou e digo com muito orgulho que presto serviço há 22 anos”, declarou o deputado Vicente Lopes, que é presidente da Comissão de Ética da Assembleia Legislativa do Amazonas.
Segundo o deputado, o que está sendo apurado é uma denúncia contra ele em relação ao ‘V’ da logomarca que ele usa desde a campanha de 1996, quando a fundação sequer existia. “A Justiça mandou que retirasse. Estão fazendo o papel deles. Faço o meu trabalho. Tenho absoluta tranquilidade quanto a minha responsabilidade, bem como o trabalho que desempenho na comunidade, que considero importante. Faço porque gosto. Tenho 22 anos formado de medicina. Esse é o tempo que me dedico ao trabalho voluntário”.
Nelson Azedo - Deputado estadual pelo PMDB
O senhor tem receio de que o Caso Prodente comprometa a sua atuação na Comissão de Ética?
“Não tenho medo de nada. Não estou preocupado com nada. A minha posição na comissão de ética não tem nada a ver com isso. Não vou tomar posição isolada. Estou doido para que o Caso Prodente seja deflagrado”, afirmou o deputado, que declinou da indicação para ser relator do processo contra Wallace Souza. “Não tenho medo de nada. Já fui presidente de Câmara Municipal de Manaus. Se não fosse corajoso não estava nessa vida. Aguardo decisão da Justiça. No caso em Brasília, se vier decisão contrária, eu recorro. Estou tranquilo. A minha experiência me dá essa tranquilidade. Não vou confundir uma coisa com outra. Não aceitei ser relator porque tenho que fazer tratamento de saúde em São Paulo. Se eu estivesse na posição do Liberman (relator da matéria) ia usar de isenção, independente do Caso Prodente. Decisão de Justiça cumpre-se e quem tem bons advogados recorre. Sou madeira de dar em doido. Não tem negócio de tremer”, disse Nelson Azedo
** COLOCARAM AS RAPOSAS PARA TOMAR CONTA DO GALINHEIRO... SÓ NO AMAZONAS...
domingo, 21 de junho de 2009
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário