
A RAIVA PASSOU
No dia 28 de julho de 2007, o líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio Neto, afirmou, em artigo, que "a sociedade amazonense precisa sair do estado letárgico em que, lamentavelmente, se encontra. A existência de 'eduardos bragas', 'pampulhas', 'mourinhas', 'pintos', 'etans',' robertos duartes', 'ricos' secretários propineiros, licitações fraudulentas e degenerações equivalentes só é possível porque métodos dissolutos e truculentos têm sido tolerados". Dois anos depois, Arthur gostaria de fazer como o seu mestre, Fernando Henrique Cardoso, que ao assumir a presidência da República, em 1992, pediu que esquecessem o que ele havia escrito. Cardoso descobriu em pouco tempo que o poder tem uma lente que distorce a visão do mundo real
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