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Também nesta terça-feira, o senador Pedro Simon (PMDB-RS) defendeu que Sarney renuncie à presidência da Casa. "Não adianta suspender atos. Perdemos toda a credibilidade. O presidente Sarney tem de ter a grandeza de renunciar à presidência do Senado", disse Simon, que admitiu não ter tido coragem de dizer isso para Sarney na semana passada quando foi conversar com ele em seu gabinete.
Para apurar as denúncias contra Sarney, o Senado aprovou os membros do Conselho de Ética - 15 titulares e 15 suplentes. O senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE) é o mais cotado para presidir o conselho. O governo trabalha por uma "tropa de choque" para blindar o peemedebista. A estratégia é arquivar a representação contra ele.
O presidente do Senado negou, por meio de sua assessoria, e em pronunciamento, participação direta na administração da Fundação, em resposta às acusações do jornal O Estado de S. Paulo de que a Fundação José Sarney teria desviado parte dos recursos cedidos pela Petrobras para empresas fantasmas e de familiares do senador. O estatuto da Fundação, no entanto, afirma o contrário.
terça-feira, 14 de julho de 2009
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