domingo, 20 de setembro de 2009

CRISE DO CAPITALISMO


Situação no interios do Amazonas total abandono pelo governo do Estado

Washington – A próxima cúpula do Grupo dos 20 não deve esquecer as necessidades dos países mais pobres, que foram severamente afetados pela crise financeira global originada nos Estados Unidos, segundo o Banco Mundial e Organizações não-governamentais.

Em um informe apresentado em Washington, o Banco diz que a recessão mundial pode ter aumentado em 89 milhões a quantidade de pessoas que vivem na pobreza extrema, ou com menos de US$ 1,25 por dia, ate o final de 2010.

“Enquanto o mundo exibe sinais de recuperação, pelo menos no mundo rico, as nações mais desfavorecidas simplesmente não têm espaço fiscal para implementar políticas” contra a crise, disse Sam Worthington, presidente da InterAction, uma aliança de organizações não-governamentais internacionais com sede nos Estados Unidos. Alaém disso, a crise pôs em risco quase US$ 12 bilhões destinados a atender as necessidades de infraestrutura básica e de outra índole da população mundial mais pobre, diz o estudo elaborado pelo Banco Mundial para os governantes do G-20, que se reunirão nos próximos dias 24 e 25 deste mês na cidadenorte-americana de Pittsburgh.

O G-20 reúne Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, Itália, Japão e Rússia, os países mais industrializados que por sua vez formam o Grupo dos Oito, junto com Estados emergentes e do Sul em Desenvolvimento, como Brasil, Austrália, China, Dinamarca, Índia, Indonésia, México, África do Sul e Coréia do Sul.

É um fórum para discutir a arquitetura do sistema financeiro internacional. “Os pobres e os mais vulneráveis são os que correm mais risco pelos reveses econômicos. As famílias caem na pobreza, a situação sanitária se deteriora, diminuir a frequência nas escolas e o avanço em outras áreas-chave paralisa ou retrocede”, disse o presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick. “Pode ser que os países mais pobres não estejam bem representados no G-20, mas não podemos ignorar os custos de longo prazo da crise mundial sobre a saúde e a educação de seus povos”, acrescentou.

Postado:Prof.Sérgio

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