
Foi por falta de verba que o porto de Parintins no Amazonas fica em baixo d'água,quando o rio sobe,ou foi mal planejado?
Estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) aponta que os investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do governo federal, não são suficientes para estancar os gargalos dos portos brasileiros.
O estudo aponta que para que o problema enfrentado nos portos seja resolvido seria necessário o investimento de R$ 42,6 bilhões apenas no ano passado, e que a receita aplicada pelo programa - que tinha estimativa de durar quatro anos (até 2011) - é 22% menor do que o previsto pelo Ipea.
O maior gargalo identificado, tanto em número de obras quanto em valor orçado, refere-se à necessidade de construção e manutenção de áreas, berços, pátios, píeres, molhes e cais.
Ao todo, 133 obras foram identificadas como necessárias para a ampliação da capacidade operacional e a armazenagem dos portos. Entre os principais portos que apresentaram problemas estão os de Santos, Vitória, Itaqui, Pecém e Rio.
Juntos, os empreendimentos respondem por quase 40% das demandas identificadas. Quanto ao valor agregado médio dos produtos movimentados, a pesquisa indica que sete portos apresentaram valores superiores a US$ 1.000 por tonelada (Niterói, com US$ 3.544,00/t; Itajaí, com US$ 1.848,00/t; Manaus, com US$ 1.478,30/t; Rio de Janeiro, com US$ 1.278,20/t; e Pecém, com US$ 1.252,00/t).
Das agências de notícias
Postado:Prof.Sérgio
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